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Guia gastronômico para o Carnaval

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Vai viajar neste carnaval? Então confira este guia gastronômico que a autora de “Culinária brasileira, muito prazer”, da Editora Alaúde, Roberta Saldanha, preparou.

SALVADOR (Bahia)

O Acarajé  é um bolinho de feijão-fradinho frito no azeite de dendê. É servido com camarão seco, cebola e molho ardente de pimenta. Típico da culinária baiana, num guia gastronômico não poderia faltar essa famosa iguaria.

Ele foi tombado pela Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2004. O ofício das baianas do Acarajé também foi reconhecido e regulamentado como profissão.

O Capeta é um bebida que mistura mel, guaraná em pó, limão-taiti espremido ou abacaxi e uma dose de bebida alcoólica (gim, rum, uísque, cachaça, conhaque ou tequila).

RIO DE JANEIRO

Herança portuguesa, o bolinho de bacalhau é uma iguaria apreciadíssima nos botecos cariocas. A massa que leva batata e bacalhau dessalgado desfiado é moldada na forma de pequenas bolinhas, fritas em óleo bem quente.

Bombeirinho é um drinque de botecos dos anos 1980. É uma mistura de cachaça com xarope de groselha.

RECIFE (Pernambuco)

Chegadinho é um biscoito de massa crocante, feito de farinha, açúcar e água em forma de canudo ou de cone. Ele tem outros nomes: cavaco chinês, biju, taboca, cascalho ou cavaquinho. Seco e quebradiço, o biscoito é comercializado por ambulantes. E o mais legal é que eles anunciam a iguaria tocando triângulo pelas ruas.

O Capilé é um refresco de verão, feito com um pouco de vinho tinto, água e muito açúcar.

SÃO PAULO

O Bolovo é um bolinho frito de ovo cozido e carne moída, empanado com farinha de rosca. É tradição nos botecos da cidade paulista.

Catuaba é um destilado feito à base da planta que promete efeito afrodisíaco. Pode ser consumido quente ou gelado.

FORTALEZA (Ceará)

A Maxixada não podia faltar num guia gastronômico. É um prato que leva cebola, coentro e maxixe. Leguminosa verde, redonda e de sabor suave, é ingrediente tradicional do Nordeste. Na região, é largamente consumido em refogados e cozidos. O prato sofre variações em alguns estados nordestinos. No Ceará, é feito com carne seca.

O Aluá é também chamado de aruá. Tem origem indígena e é preparo com milho ou casca de abacaxi, água, raiz de gengibre ralada e açúcar. A mistura é posta para fermentar em pode de barro por no mínimo três dias. No Ceará, é comumente preparada com farinha de milho e água.

OURO PRETO (Minas Gerais)

O Filé a JK é um bife à milanesa, recheado com queijo e presunto, acompanhado de arroz com ervilhas e ovos, batatas e bananas fritas. Reza a lenda que o prato foi criado pelo ex-presidente Juscelino Kubitschek em uma de suas inúmeras visitas a Minas Gerais.

A Pinga é uma bebida feita a partir da garapa, do caldo de cana fermentado. Recebe as mais variadas denominações, dependendo da região em que é consumida. As pingas artesanais da região de Salinas, em Minas Gerais, representam a excelência da bebida.

 

 

 

 

 

 

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